Criação de websites que o Google e a IA encontram

O teu site é bonito. Mas alguém o encontra?

A maioria dos sites nasce invisível, e não é por falta de talento de quem os desenha. É porque as decisões que dizem ao Google e à inteligência artificial o que ali está são tomadas durante a construção, e não depois dela.

Sou o Marco Gouveia, consultor de marketing digital desde 2004, e faço a criação de websites com uma regra só: um site tem de ser encontrado, percebido e escolhido. Bonito é o mínimo, não é o objetivo.

O que inclui a criação de websites?

Inclui a estrutura do site, a arquitetura de URLs, a base técnica, o conteúdo das páginas, a conversão e a medição. Comigo inclui também a preparação para o Google e para os motores de IA, porque essas decisões tomam-se na construção e não depois.

Quanto custa criar um website?

Não tenho preço de tabela e não te atiro um número ao acaso. O investimento é determinado pelo ponto de partida, pelo tamanho do site, pelo estado do que já tens e pela profundidade do conteúdo. Digo-te o valor na proposta, depois de olhar para o teu caso.

Porque é que o meu site não aparece no Google?

Quase sempre por três motivos: não tem páginas dedicadas ao que vendes, o conteúdo importante está preso dentro de imagens, ou a estrutura e os endereços não deixam o Google perceber do que trata cada página. São defeitos de construção, não falta de sorte.

Que plataforma usas para criar websites?

WordPress. Dá-me controlo total sobre a estrutura, os endereços, a marcação e os dados estruturados, que é onde se ganha visibilidade. E deixa o site na tua mão: podes mudar de fornecedor sem recomeçar do zero.

Vale a pena refazer o site ou melhorar o que tenho?

Se o site é rápido e já tem posições, melhora-se. Refaz-se quando a base técnica ou a estrutura estão tão comprometidas que remendar sai mais caro do que construir. Digo-te qual é o teu caso na primeira análise, mesmo quando isso significa vender-te menos.

Como mudar de site sem perder posições no Google?

Com um inventário de todos os endereços antigos e um redirecionamento permanente de cada um para o equivalente novo, preparado e testado antes da troca. O erro que afunda a maioria das migrações é mandar tudo para a página inicial.

O meu método como consultor na criação de websites

Nada de fórmulas mágicas. Trabalho sempre por esta ordem:

  • Auditoria

    Vejo o que já tens, como o Google lê hoje o teu site e o que há a proteger antes de mexer.

  • Estratégia

    Desenho o mapa do site e a arquitetura de URLs a partir da procura real do teu mercado.

  • Execução

    Construo em WordPress, com base técnica sólida, conteúdo que responde e páginas feitas para converter.

  • Monitorização

    Meço contactos, posições e velocidade desde o primeiro dia, e corrijo com base em dados reais.

O que é a criação de websites?

A criação de websites é o processo de planear, construir e publicar um site que serve um objetivo de negócio: ser encontrado, ser percebido e transformar visitas em clientes. Inclui a estrutura das páginas, a arquitetura de URLs, a base técnica, o conteúdo e a medição. O design é a parte que se vê. O resto é a parte que decide se alguém chega lá.

Faço questão de começar por aqui porque esta confusão custa dinheiro a muita gente. Durante anos, contratar a criação de websites era contratar um designer, e o Google tratava-se depois, quando sobrasse orçamento. Hoje o site é o único ativo digital que é mesmo teu: não está alugado a uma rede social nem depende de um leilão de anúncios. E o que decide se esse ativo trabalha para ti não é a paleta de cores, é um conjunto de decisões técnicas tomadas antes de a primeira página ficar pronta.

Não sou um estúdio de design. Sou consultor de SEO e construo sites para serem encontrados. A diferença está na ordem das coisas: em vez de desenhar primeiro e pensar no Google no fim, começo pelas perguntas que os teus clientes escrevem, e o desenho vem servir essas respostas.

Ficha rápida deste serviço

  • Quem: Marco Gouveia, consultor de marketing digital desde 2004 e formador há mais de uma década, Google Regional Trainer nas Google Academies e professor no Atelier Digital Google.
  • O que faço: criação de websites em WordPress pensados para posicionar no Google e para serem citados pelos motores de inteligência artificial, com a conversão medida desde o primeiro dia.
  • O que não faço: sites bonitos que ninguém encontra, nem promessas de posições garantidas.
  • Prova: autor de Marketing digital, o guia completo (Porto Editora, 2022), já na terceira edição, fundador do SEO Conference e da agência Influenza, com mais de 60 milhões de euros investidos em publicidade digital.
  • Reputação: 5,0 em 62 avaliações no meu perfil do Google.
  • Onde: Lisboa, e trabalho com clientes em todo o país.

Porque é que a maioria dos sites nasce invisível?

Há uma cena que se repete no meu trabalho todos os meses. Alguém investiu uns bons milhares de euros num site novo, ficou orgulhoso do resultado, mandou o link aos amigos e recebeu elogios. Passados seis meses liga-me com a mesma frase: o site está lindo, mas não entra ali ninguém.

A explicação quase nunca é falta de sorte. As decisões que determinam se o Google e a inteligência artificial percebem o teu site são tomadas durante a construção, não depois dela. A estrutura das páginas, a forma como os endereços são desenhados, o código que sustenta o conteúdo, a velocidade, o que existe para ser lido em texto: nada disto se acrescenta por cima no fim, tal como não se acrescentam fundações a uma casa já construída.

É por isso que refazer um site para lhe pôr SEO em cima acaba sempre por ser o caminho mais caro. Pagas duas vezes: uma pelo site que nasceu invisível e outra pelo trabalho de o desmontar. Uma criação de websites feita com estes critérios à cabeça custa o mesmo ou pouco mais, e poupa-te a segunda fatura.

Estes são os sintomas que ouço com mais frequência, e todos eles nascem na construção:

  • Apareces quando pesquisam o teu nome, mas nunca quando pesquisam aquilo que vendes.
  • O site só tem visitas quando há anúncios a pagar, e no dia em que desligas a campanha o tráfego desaparece.
  • Todo o conteúdo importante está dentro de imagens ou de animações, e o Google não tem texto para ler.
  • Os endereços das páginas são códigos do género /pagina-12?id=7, que não dizem nada a ninguém.
  • O site demora a abrir no telemóvel, e a maior parte das visitas vem do telemóvel.
  • Perguntas ao ChatGPT sobre o teu setor e ele nunca te menciona, mesmo quando és a melhor opção do mercado.
  • Ninguém sabe dizer quantos contactos o site gerou no mês passado, porque nunca foi medido.

Um site não é um folheto com endereço. É um comercial que trabalha 24 horas por dia, e a criação de websites decide se esse comercial fala a língua de quem o procura ou se fica calado num canto.

As seis decisões que decidem se te encontram

Quando pego num projeto destes, há seis dimensões que trato antes de qualquer conversa sobre cores ou tipos de letra. São estas que separam um site que aparece de um site que existe:

As seis dimensões de uma criação de websites orientada a resultados
DimensãoO que façoO que ganhas
Estrutura e arquitetura de URLsDesenho o mapa do site a partir das pesquisas reais do teu mercado e fixo endereços limpos, estáveis e legíveis.Cada página tem um tema só seu e um endereço que se percebe sem explicação.
Base técnicaVelocidade, HTML semântico, dados estruturados, indexação e acesso correto aos crawlers de pesquisa e de IA.Os motores conseguem ler, guardar e citar o teu conteúdo, em vez de tropeçarem nele.
Conteúdo que respondeEscrevo as páginas em torno das perguntas que o teu cliente faz, com respostas diretas e extraíveis.Entras nos resultados do Google e no lote de fontes que a IA cita.
Páginas que vendemCada página tem uma tarefa única, uma prova e um pedido claro, e não apenas informação.As visitas deixam de ser números e passam a ser contactos.
MediçãoMonto a analytics, o Search Console e os eventos de conversão antes do lançamento, não depois.Sabes o que funciona a partir do primeiro dia, em vez de adivinhares durante meses.
MigraçãoMapeio o site antigo página a página e trato dos redirecionamentos antes de trocar o site.Trocas de site sem perder o posicionamento que já tinhas conquistado.

Desliza a tabela para o lado para veres todas as colunas

Estas seis dimensões só valem em conjunto. Um site rápido sem conteúdo não vende, e conteúdo excelente num site que o Google não consegue ler nunca chega a ninguém.

Estrutura e arquitetura de URLs: o mapa que o Google lê

A primeira coisa que faço numa criação de websites não é abrir um programa de desenho. É fazer a lista das páginas que o site tem de ter, e essa lista sai da pesquisa, não da minha imaginação nem do organograma da tua empresa.

A diferença é grande. Um site organizado pelo organograma tem uma página chamada "Soluções" com seis serviços lá dentro. Um site organizado pela pesquisa tem seis páginas, uma por serviço, cada uma com o nome pelo qual as pessoas procuram esse serviço. A segunda versão posiciona. A primeira não.

  1. Levanto a procura realDescubro que palavras e perguntas o teu mercado escreve mesmo, e com que intenção: quem quer aprender, quem quer comparar e quem quer comprar.
  2. Agrupo por temaJunto as pesquisas que merecem a mesma resposta e separo as que merecem páginas diferentes. É aqui que se evita ter três páginas a competir entre si pelo mesmo lugar.
  3. Desenho a hierarquiaHome, categorias, páginas de serviço, artigos. Cada nível existe por um motivo e nenhuma página fica órfã, sem ligações a apontar para ela.
  4. Fixo os endereçosCurtos, com palavras, sem datas nem códigos, e pensados para durarem anos. Um endereço que muda é autoridade que se perde pelo caminho.
  5. Ligo as páginas entre siCada página aponta para as que a completam, com texto de ligação que diz do que se trata. É assim que a autoridade circula dentro do site.

Este trabalho leva dias e não se vê em lado nenhum. É também a parte que mais me distingue de um estúdio: numa criação de websites feita por um consultor de SEO, o mapa vem antes do desenho.

A base técnica: o que os motores conseguem mesmo ler

Aqui está a parte que quase nenhuma proposta de criação de websites te explica, e é a que decide tudo. Um motor de pesquisa e um motor de inteligência artificial não vêem o teu site como tu o vês. Recebem código. Se o código não disser o que cada pedaço de conteúdo é, o significado perde-se.

É por isso que insisto em HTML semântico: um título tem de ser um título, uma tabela tem de ser uma tabela, uma pergunta tem de estar marcada como pergunta. Quando está tudo dentro de caixas genéricas, o site funciona para o olho humano e desaparece para a máquina.

O que trato na base técnica

  • Velocidade real, não pontuação de teste. Imagens no formato e no tamanho certos, código sem gordura e um alojamento à altura. O que conta é o tempo até a pessoa ver o conteúdo no telemóvel dela, com a rede dela.
  • Conteúdo em texto. Aquilo que importa nunca fica preso dentro de uma imagem ou de um bloco que só aparece depois de o visitante carregar num botão.
  • Hierarquia de títulos correta. Um H1 por página e uma escada de títulos que se percebe só de a ler. É assim que um modelo de IA extrai um bloco e o cita sem o resto da página.
  • Dados estruturados. Marcação que diz à máquina quem és, o que vendes, onde ficas e o que respondes.
  • Indexação e acesso. Mapa do site, regras de acesso e verificação de que os crawlers de pesquisa e os de citação entram onde devem entrar. Não são a mesma coisa e muita gente bloqueia os dois de uma vez.
  • Acessibilidade. Contraste, texto alternativo e navegação por teclado. Um site acessível é também um site que a máquina percebe melhor.

Esta base não se acrescenta depois. É a diferença entre construir com fundações e escorá-las mais tarde, com o edifício já de pé e a fatura em dobro.

Porque é que faço a criação de websites em WordPress?

Trabalho em WordPress e digo-te porquê sem rodeios: é a plataforma que te devolve o controlo. O site fica teu, o conteúdo fica teu e podes mudar de fornecedor sem recomeçar do zero. Numa criação de websites feita em sistemas fechados, o dia em que quiseres sair é o dia em que descobres que o site não vem contigo.

Há também uma razão prática. O WordPress dá-me controlo fino sobre a estrutura, os endereços, a marcação e os dados estruturados, que é exatamente onde se ganha a partida. Escrevi sobre isso em detalhe nas 20 dicas de SEO para o teu website WordPress, e o meu processo interno segue a checklist de SEO para WordPress que publiquei, ponto por ponto, antes de qualquer site meu ir para o ar.

O que não faço é tratar o WordPress como uma desculpa para instalar trinta extensões e chamar-lhe site. Cada extensão é peso, risco de segurança e mais uma coisa que pode partir numa atualização. Menos peças, melhor escolhidas, é o que mantém um site rápido ao fim de três anos.

Páginas que vendem, não só páginas que informam

Aparecer no Google é metade do trabalho. A outra metade é o que acontece nos dez segundos seguintes. Já vi sites subirem de posição e continuarem sem gerar um único contacto, porque as páginas informavam muito bem e não pediam nada a ninguém.

Num site orientado a resultados, cada página é construída com uma tarefa. Sei o que essa página tem de conseguir e desenho-a para isso:

  1. Uma promessa que se percebe em cinco segundosO visitante tem de saber o que ganha ali antes de rolar a página. Se tiver de interpretar, sai.
  2. A objeção tratada de frentePreço, prazo, confiança, risco. O que trava a decisão tem de estar respondido na página, e não guardado para o email seguinte.
  3. Prova a sérioCasos, números, avaliações e nomes reais valem mais do que qualquer adjetivo sobre a tua excelência.
  4. Um pedido claro e um sóUma página com cinco convites diferentes não converte cinco vezes mais, converte menos. Escolho o pedido que importa e repito-o.
  5. Um formulário que não assustaPoucos campos, linguagem humana e o compromisso claro do que acontece a seguir.

Esta é a parte em que a experiência de gerir mais de 60 milhões de euros em publicidade digital me dá jeito. Quando pagas por cada clique, aprendes muito depressa quais são as páginas que convertem e quais são as que só enchem relatórios. Trago essa disciplina para o orgânico.

Medição desde o primeiro dia

Um site sem medição é uma opinião cara. Por isso a analytics, o Search Console e os eventos de conversão ficam montados antes do lançamento, e não três meses depois, quando já perdeste o histórico que te permitia comparar.

  • Eventos de conversão definidos: formulário enviado, telefone clicado, WhatsApp aberto, orçamento pedido. Sabes quantos, de onde vieram e a partir de que página.
  • Search Console ligado e verificado desde o dia um, para veres que pesquisas te trazem pessoas e em que posição estás.
  • Consentimento tratado como deve ser, para que os dados que recolhes sejam legais e utilizáveis.
  • Relatório que se percebe: contactos e orçamentos, não visualizações de página que não pagam contas.

Se quiseres aprofundar esta frente, escrevi sobre ela na página de consultor Google Analytics.

Quero um site que seja encontradoPreenche o formulário. A minha equipa recebe o pedido e eu respondo por email em 24 horas úteis.

Migração sem perder posições: onde a maior parte dos sites se afunda

Se já tens um site com histórico, esta é a secção mais importante da página. É aqui que vejo estragos que demoram um ano a reparar, e quase sempre por causa da mesma pressa: trocar o site num sábado à noite e ir dormir.

O que acontece a seguir é sempre igual. As páginas antigas deixam de existir, os endereços mudaram, o Google encontra erros onde antes tinha resultados, e a autoridade que levaste anos a construir evapora-se em semanas. Numa criação de websites que substitui um site existente, a migração é um projeto dentro do projeto:

  1. Inventário completo do site antigoLista de todos os endereços que existem, com o tráfego, as posições e as ligações externas de cada um. Não se protege o que não se conhece.
  2. Mapa de correspondênciasCada endereço antigo aponta para o endereço novo mais parecido. Um a um, sem atalhos e sem mandar tudo para a página inicial, que é o erro mais comum de todos.
  3. Redirecionamentos permanentes prontos antes da trocaConfigurados e testados no site novo enquanto o antigo ainda está no ar.
  4. Conteúdo que sobreviveAs páginas que têm posições conquistadas não se reescrevem por gosto. Melhoram-se, mantém-se o que as fazia ganhar.
  5. Ensaio antes do lançamentoSite novo fechado ao público, rastreio completo à procura de erros, endereços partidos e cadeias de redirecionamento.
  6. Troca e vigilância apertadaNovo mapa do site submetido, erros acompanhados ao dia e correções imediatas nas primeiras semanas, que é quando tudo se decide.
  7. Comparação com o antesComparo tráfego, posições e contactos com o período equivalente antes da mudança. Se alguma coisa caiu, aparece nos dados e trata-se.

Uma migração bem feita passa despercebida. Uma migração mal feita custa-te meses de visibilidade, e meses de visibilidade é exatamente o tempo de que a concorrência precisa para ocupar o teu lugar.

Criar de raiz ou melhorar o site que já tens?

Nem toda a gente precisa de um site novo, e digo-o mesmo quando isso significa vender-te menos. Antes de propor uma criação de websites de raiz, olho para o que já existe e pergunto uma coisa simples: sai mais caro remendar ou construir?

Quando compensa criar de raiz e quando compensa melhorar
SituaçãoO que costumo recomendar
O site é recente, rápido e tem posiçõesMelhorar. Estrutura, conteúdo e conversão, sem mexer nas fundações.
O conteúdo está quase todo dentro de imagensCriar de raiz. Não há texto para os motores lerem e remendar sai mais caro.
O site demora a abrir e ninguém sabe porquêDepende do que sustenta o site. Meço primeiro, decido depois, e digo-te o que encontrei.
A estrutura não tem páginas para os serviços que vendesCriar as páginas em falta. Muitas vezes não é preciso site novo, é preciso mapa novo.
O site está numa plataforma fechada de onde não consegues sairCriar de raiz em WordPress, com migração planeada e o conteúdo recuperado.
A marca mudou e o site já não a representaCriar de raiz, mas com a estrutura e os endereços que já funcionavam preservados.

Desliza a tabela para o lado para veres todas as colunas

A resposta honesta é esta: um site novo só se justifica quando a base técnica ou a estrutura estão de tal forma comprometidas que remendar sai mais caro do que construir. Digo-te isso na primeira análise, não a meio do projeto.

Um site novo tem de ser legível para a inteligência artificial

Há uma camada que praticamente nenhuma proposta de criação de websites inclui hoje, e que daqui a pouco tempo vai ser obrigatória: preparar o site para ser citado pelos motores de IA. Cada vez mais gente pergunta ao ChatGPT, ao Gemini ou ao Perplexity o que antes escrevia numa caixa de pesquisa, e recebe uma resposta pronta, muitas vezes sem carregar num único link.

Para um modelo te citar, tem primeiro de conseguir extrair um pedaço do teu site que faça sentido sozinho. É uma exigência de construção, não de escrita bonita: títulos que anunciam o que vem a seguir, respostas diretas logo na primeira frase, tabelas marcadas como tabelas, factos com fonte e uma identidade consistente em todo o lado.

A boa notícia é que quase tudo o que faz um site ser citado pela IA é o mesmo que o faz posicionar no Google. É por isso que trato as duas coisas como um sistema só e não como dois orçamentos. Se quiseres perceber a mecânica com mais profundidade, escrevi sobre ela nas páginas de consultor SEO e de consultor GEO.

Constrói o site uma vez, bem, e serve o Google e a IA ao mesmo tempo. Constrói-o à pressa e vais pagá-lo duas vezes: uma agora e outra quando tiveres de o refazer.

Sinais de que precisas de uma criação de websites

Como sabes que chegou a altura? Normalmente é quando te revês em pelo menos dois destes pontos:

  • O site foi feito há anos e já ninguém sabe quem lhe mexe.
  • Cada alteração pequena obriga a pedir orçamento a alguém que demora uma semana a responder.
  • No telemóvel o site é desconfortável de usar, e é do telemóvel que vem a maioria das visitas.
  • Não tens páginas dedicadas aos serviços que realmente vendes.
  • Vais lançar um negócio ou uma marca e queres começar bem, em vez de começar depressa.
  • Vais mudar de plataforma e tens medo, com razão, de perder o que já conquistaste no Google.
  • Investes em anúncios que aterram num site que não converte, e estás a pagar essa diferença todos os meses.

Se acenaste a cabeça em mais do que um destes pontos, a criação de websites deixou de ser uma despesa adiada e passou a ser o investimento que destrava o resto.

Para quem trabalho?

Trabalho com empresários, CEO e diretores de marketing que querem um site que traga clientes, e não um site que sirva de cartão de visita caro. Estes são os perfis que mais ganham com uma criação de websites feita por quem percebe de pesquisa:

  • PME e empresas de serviços que vivem de ser encontradas e querem deixar de depender só de anúncios.
  • Negócios que vão lançar e preferem construir com fundações a refazer tudo dentro de dois anos.
  • Clínicas e profissionais liberais, onde a confiança e a reputação decidem quem recebe o telefonema.
  • Comércio eletrónico que precisa de ser encontrado por categoria e por produto, e não apenas pelo nome da marca.
  • Empresas B2B com ciclos de decisão longos, em que o site é a primeira e a última paragem antes do contacto.
  • Marcas que vão migrar de plataforma e não podem dar-se ao luxo de perder posições no processo.

Sou de Lisboa e trabalho com clientes em todo o país. Estou nisto desde 2004 e subo a palcos desde 2012, o que significa que o que te digo aqui é verificável, e não um argumento de venda que se desfaz à primeira pergunta difícil.

No fim, a criação de websites que faço resume-se a uma promessa simples: em vez de te entregar um site bonito e desejar-te sorte, entrego-te um site que foi construído para ser encontrado, percebido e escolhido.

Nenhuma destas marcas trata um site como uma moldura. O que conta é a presença: ser encontrada, ser percebida e ser escolhida. É esse o critério que trago para a criação do teu website.

Marcas que já confiaram no meu trabalho

EDP, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Millennium BCP, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital L'Oréal, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital NOS, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Leroy Merlin, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Hyundai, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital JCDecaux, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Cofidis, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Pestana Hotel Group, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Vila Galé, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Turismo da Madeira, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Affidea, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital April Seguros, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Veritas, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital iServices, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital Vendap, marca com que Marco Gouveia trabalhou em marketing digital

O que dizem de mim

"Superou sempre as expectativas e os resultados que se comprometeu a entregar, fossem apenas leads, conversões em vendas, aumentos exponenciais de notoriedade ou até a inversão com sucesso do mix de canais de distribuição."
Nuno Ferreira Pires, CEO da SPORT TV
Nuno Ferreira Pires
CEO da SPORT TV
"O marketing digital tornou-se uma ferramenta indispensável para o Pestana Hotel Group e para a sua competitividade. Contámos com o Marco Gouveia, que foi importante na formação de equipas que detêm hoje um sólido know-how."
José Theotónio, CEO do Pestana Hotel Group
José Theotónio
CEO do Pestana Hotel Group
"O conhecimento impressionante que acumula e distribui faz dele um profissional único no mercado nacional e internacional. Uma referência incontornável do marketing digital."
José Gabriel Quaresma, pivô da CNN Portugal
José Gabriel Quaresma
Pivô da CNN Portugal

Investimento

Não publico uma tabela de preços para a criação de websites, e explico-te porquê: dois sites com o mesmo número de páginas podem dar trabalhos completamente diferentes. Atirar-te um número antes de olhar para o teu caso seria inventá-lo.

O que posso fazer é dizer-te, com as cartas na mesa, o que determina o investimento:

  • O ponto de partida. Site novo de raiz, substituição de um site existente ou migração de plataforma. São três trabalhos distintos e o terceiro é sempre o mais exigente.
  • O tamanho e a profundidade do site. Quantas páginas o teu mercado justifica, e quantas delas precisam de conteúdo escrito de raiz.
  • O estado do que já tens. Conteúdo aproveitável, endereços com histórico a proteger, textos e imagens prontos ou por criar.
  • O que tem de estar ligado. Formulários, medição, consentimento, catálogo e as ferramentas que já usas.
  • A camada de pesquisa e de IA. Levantamento da procura, arquitetura, dados estruturados e conteúdo preparado para ser citado.
  • A migração. Se há posições a proteger, há inventário, mapa de redirecionamentos e vigilância depois da troca.

A pergunta certa não é quanto custa um site. É quanto te custa continuar sem ser encontrado. Se um cliente vale mil euros ao teu negócio, a conta faz-se sozinha.

Quero a minha propostaPreenche o formulário. A minha equipa recebe o pedido e eu respondo por email em 24 horas úteis.

Perguntas frequentes sobre criação de websites

Quanto tempo demora a criação de um website?

Depende de três coisas: quantas páginas tem, se o conteúdo já existe e se há um site antigo para migrar. Um site pequeno com os textos prontos anda depressa. Um site com muitas páginas, conteúdo por escrever e uma migração pelo meio leva o tempo que for preciso para não perder posições no Google, e esse tempo não se comprime sem custo. O prazo vai na proposta, depois da auditoria, nunca antes: um prazo dado às cegas serve para fechar negócio, não para cumprir.

Preciso de ter os textos prontos antes de começar?

Não. Se os tiveres, trabalho a partir deles. Se não tiveres, o conteúdo faz parte do trabalho: as páginas nascem das perguntas que o teu mercado faz, e isso é levantamento antes de ser escrita.

O site fica meu?

Fica. Trabalho em WordPress precisamente por isso: o domínio, o alojamento, o conteúdo e os acessos são teus, e podes mudar de fornecedor sem recomeçar do zero.

A criação de websites resolve o meu problema de vendas?

Resolve a parte que é do site: ser encontrado por quem procura o que vendes e transformar essa visita num contacto. Não substitui a oferta nem o preço, e quem te disser o contrário está a vender-te uma ilusão.

Trabalhas com quem já tem site e só quer melhorá-lo?

Sim, e muitas vezes é o que recomendo. Se a base técnica é sólida, mexer na estrutura, no conteúdo e na conversão dá mais retorno do que começar tudo de novo.

O site também fica preparado para o ChatGPT e para a pesquisa com IA?

Sim, e essa é a razão principal para me contratares em vez de um estúdio de design. Títulos claros, respostas diretas, dados estruturados e identidade consistente são decisões de construção, e são elas que fazem um modelo de IA conseguir citar-te.

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Fotografia de Marco Gouveia, consultor SEO e consultor GEO

Marco Gouveia

Consultor GEO e consultor SEO há mais de 20 anos. Formador certificado pela Google, orador no SEO Conference, na Digitalks e no Imosummit, e autor do livro Marketing digital, o guia completo. Ajuda empresas a serem encontradas no Google e recomendadas pela inteligência artificial.

Artigo escrito por Marco Gouveia. Atualizado em 9 de setembro de 2026.